Caso Lucilene: Após Reviravolta No Caso, Verdadeiro Culpado É Revelado: “Sua Própri… Ver Mais
No centro do palco do teatro jurídico, o Tribunal do Júri proferiu seu veredito com a força de um trovão, condenando Vanderlei Meneses, o protagonista de 46 anos, a 56 anos e 4 meses de encarceramento implacável.
A trama sombria desenrolou-se nas sombras de Porto Ferreira (SP), em 2019, quando a empresária Lucilene Maria Ferrari, sua sócia de 48 anos, foi envolvida pela escuridão da tragédia.
O espetáculo do julgamento, uma jornada de mais de 16 horas, teve sua abertura na manhã de quarta-feira (22), no grandioso cenário do Fórum Criminal.
Porém, sua conclusão veio nas entranhas da madrugada de quinta-feira (23), quando a sentença ecoou como uma sinfonia de justiça.
A trama complexa, narrada pela Polícia Civil, revelou um cenário sombrio em outubro de 2021, quando o corpo de Lucilene emergiu de uma área selvagem e inacessível do município. Um cão farejador, fiel companheiro dos trabalhadores rurais, descobriu o cadáver, enterrado em uma sepultura clandestina, envolto pelo abraço frio de cimento e cal.
Testemunhas de sangue descreveram um corpo sem um braço e sem vestimentas, um testemunho mórbido do crime.
Em uma reviravolta digna de um suspense arrepiante, o Instituto de Criminalística, em abril de 2022, emitiu o veredito definitivo por meio do laudo de DNA, selando o destino de Lucilene.
A família, atuando como detetives de suas próprias emoções, apontou o dedo acusador para o local sinistro onde o corpo repousava – o mesmo lugar onde o rastro do celular de Meneses se entrelaçava com a trama da tragédia.
A trama adquiriu contornos dramáticos em 27 de abril de 2022, quando a Polícia Civil, como um ator determinado, solicitou a prisão preventiva de Vanderlei Meneses.
A negação dessa demanda pela Justiça de Porto Ferreira em 3 de maio pareceu uma pausa tensa no desenrolar da história. No entanto, em 6 de maio de 2022, o enigma foi solucionado, e o mandado de prisão preventiva foi emitido, transformando Meneses em um personagem cativo nos corredores da justiça.